O que existe por trás das lãs

Acabei de assistir esse vídeo e fiquei encantada.

Lã em Tempo Real

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Born Ruffians tricotando em turnê

Estava aqui pesquisando a letra da minha música preferida da minha atual banda preferida, Born Ruffians. A música é “What to Say”. Cuja letra, aliás, gerou hoje uma conversa interessantíssima com minha amiga Mari. Ficamos as duas falando que muitas vezes a gente fica ali vendo as pessoas falando, falando e a gente pensa: “nossa, mas eu não tenho nada para dizer”. Chegamos à conclusão de que muita gente pensa isso, mas no fim todo mundo se sente na obrigação de falar. E como bem disse a Mari, quando não se pensa por conta própria, vêm as referências… hahahaha… adorei. Me veio um monte de gente na cabeça.

A gente quer mais conversas significativas. Falar de coisas mais profundas. Sonhar falando. Imaginar falando. Mudar de assunto. “Falar coisas que a gente jamais falaria”. Deixar de falar só para fazer barulho. Deixar de pensar que o silêncio significa falta de conexão. Entender que silêncios pode significar maior conexão. Como diria o poeta Mario Quintana, “seus silêncios são pausas musicais”.

Bom, deixando a conversa e o silêncio de lado, esse post tem a ver com tricô, sim. Estou curtindo muito essa banda e encontrei um vídeo deles fazendo uma aula de tricô (!!!) e falando do novo disco.

Curtam os meninos lindos falando e tricotando e depois o som deles.

O videozinho aqui neste link.

E o clipe da música aqui. A letra pra se divertir cantando vem logo depois.

What To Say

When I wake up I’m speaking slow.
When I get drunk I’m speaking more.
Get too drunk & I don’t speak at all.
Get too close to you & I don’t know what to say.
The only time I make sense is when I’m talking in my sleep.
But there’s nobody around to write it down,
So it gets lost on my books & pillows.
The only time you made sense was when I was talking too.
But we had to take turns, one at a time.
& when it comes to mine I have no idea what to say.

When I’m talking to you.
What to say when I’m standing there talking to you.

Words that don’t relate to one another flowing off our tongues.
Fragments, fleeting thoughts get strung together one by one by one.
Things we can’t relay to one another.
Smoke goes in my lungs.
I get more from a look than from people when they’ve spoke or yelled or sung.

People talk
People talk
People talk, but they don’t know what to say.

What do you say?

When it comes to you, you look good in your sleep (what do you say?)
When it comes to you, you look good in a heap of images stacked so… electronically.
(what do you say?)
When it comes to you you look to keep no matter what

People talk.
People walk.
People mock.
But they don’t know what to say.

What to say when I’m talking to you.
What to say when I’m standing there talking to you.
What to say…
What to say…
What to say now that I’m standing here talking to you.